
Ator, dramaturgo, poeta e tradutor de alemão, espanhol e inglês.
Mestre em Língua e Literatura Alemã pela USP.
Na Cia São Jorge de Variedades atuou e colaborou na pesquisa e dramaturgia de espetáculos como “Festa dos Bárbaros” e “Barafonda”, além da gestão coletiva de projetos e residências.
Em São Paulo atuou em vários outros coletivos e produções como “Brasilien 13 Caixas”, da Schauspielhaus de Hamburgo, “Gota D’Água – Breviário”, direção de Georgette Fadel e “Santa Joana dos Matadouros”, direção de Zé Renato.
No audiovisual, tem participado de séries como “Brasil 70”, “Rua Augusta”, “PSI”, entre outras.
Fez dramaturgia para grupos como Brava Cia e Cia do Miolo.
Como tradutor, verteu obras de Brecht, Elfriede Jelinek, Heiner Müller, Max Frisch, Arístides Vargas, entre outros. Traduziu e legendou filmes como “Poemaria”, de David Kinski.
Em 2023 lançou “Atentações Quatro Atos”, livro autoral de poesia.
Atriz, diretora e professora.
Co-fundadora da Cia São Jorge de Variedades, com 10 espetáculos no repertório e extensa pesquisa registrada em artes cênicas. Responsável, junto ao núcleo artístico, pela criação e realização de projetos, espetáculos e ações formativas sobre o modo de produção coletivo do grupo nas áreas de dramaturgia, direção e atuação – com ênfase na linguagem de teatro e rua.
Dedica-se também à pesquisa na área de formação, participando de programas em São Paulo, no Brasil, na Venezuela (Fórum Social Mundial) e Portugal (FITEI).
É professora na Escola Livre de Teatro de Santo André desde 2015 – onde exerceu a coordenação pedagógica de 2018 a 2021.
Atua em diversas parcerias artísticas com outras companhias, fomentando a pesquisa continuada de grupos de teatro independentes.
Multiartista de teatro, atriz, diretora de circo e teatro, brincante de samba, compositora e atuante no carnaval.
Doutora em semiótica e mestra em pedagogia do teatro pela USP.
Com mais de 40 anos nas artes cênicas, já trabalhou com a Cia de Teatro Boccaccione e Teatro da Vertigem; lecionou na UNESP, no Programa Teatro Vocacional e outros cursos e faculdades de São Paulo.
Dirigiu espetáculos na Espanha e em Moçambique. Investiga a comicidade negra junto à Cia. Trupe Liuds.
É cigana-ameríndia, conhecida como Flexa Dourada.
Atualmente se define como uma artista espiritual, pesquisando o encontro da linguagem teatral com o campo mágico a partir de experiências com a Jurema Sagrada e o Candomblé Ketu.
Diretora e atriz formada pela USP (Escola de Arte Dramática e Departamento de Comunicação e Artes).
Nos anos 1990 se engaja no movimento de grupos em São Paulo. Participa da fundação de cias como Cia do Latão e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, dirigindo e atuando em espetáculos marcantes da virada do século como “O Nome do Sujeito” e “Bartolomeu, O Que Será Que Nele Deu”.
Dirigiu cias como Azul Celeste, Mundana Cia, Cia Mungunzá e Probástica Cia, ganhando palcos nacionais e internacionais.
Como atriz, foi dirigida por Cristiane Paoli Quito, Tiche Viana, Francisco Medeiros, Cibele Forjaz, Frank Castorf, Felipe Hirsch, Daniela Thomas, entre outros.
Como professora, além de oficinas pelo país inteiro, ministrou interpretação em escolas como a ELT de Santo André e a pós graduação da faculdade Célia Helena. Sua trajetória é ligada à construção do performer livre e consciente dos movimentos do seu tempo.